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domingo - 18/01/2026

Vizinhos dizem que casal parecia unido e crime pegou todos de surpresa: ‘casamento dos sonhos’

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O crime brutal do feminicídio de Gisele da Silva, de 40 anos, seguido do suicídio do suspeito Anderson Cylis Saochine Rezende, de 49 anos, na Rua Rio Pardo, no Bairro Monte Castelo, em Campo Grande, pegou vizinhos, amigos e familiares de surpresa, já que o casal vivia um relacionamento ‘dos sonhos’.

Na manhã de hoje (3), a reportagem do TopMídiaNews foi até o endereço e conversou com os moradores da região. Na visão dos vizinhos, Anderson e Gisele sempre foram muito unidos, fazendo tudo juntos, como pedalada, passeio em família e apoiando um ao outro.

Eles foram uns dos primeiros a se mudarem para o bairro, mas mesmo após mais de 10 anos na região, os vizinhos do entorno nunca teriam ouvido um bate-boca, uma discussão ou brigas seguidas de agressão.

Além disso, Anderson aparentava ser um homem ‘tranquilo e calmo’, que sempre levava a esposa aos lugares, saia para buscar e levar a filha na escola. Ou seja, uma pessoa dedicada a família que formou com Gisele ao longo dos mais de 20 anos de casamento.

Por conta desta situação, o crime chocou os moradores do bairro. Ainda em conversa com a reportagem, os moradores disseram que jamais iriam imaginar que Anderson seria capaz de fazer algo desse tipo, com tanta violência.

Conforme o boletim de ocorrência, a dinâmica do crime foi levantada após as equipes da Perícia Técnica e da Polícia Civil, por intermédio da DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), encontrarem várias marcas de sangue pela casa.

Em uma varanda, os fundos da residência, foram encontradas grandes quantidades de sangue. Ao andar pelo local, os peritos encontraram marcas de que alguém teria sido arrastado para dentro da casa. Já que Gisele foi achada em um dos quartos, os policiais acreditam que ela foi esfaqueada do lado de fora e levada para o interior.

Além disso, perto da porta da casa tinha um galão de tinner e outro de álcool, também com marcas de sangue. Os produtos inflamáveis teriam sido usados para dar inicio ao incêndio que carbonizou completamente Gisele e tirou a vida de Anderson, que foi achado sem vida dentro de uma Fiat Strada, que estava na garagem e havia sido destruída pelo fogo.

Ainda segundo o registro policial, a filha do casal, de 16 anos, acompanhou todo o trabalho policial junto com os tios, sendo uma irmã de Gisele e um irmão de Anderson. A menina teria detalhado para o tio que as brigaram eram frequentes, porém, nunca havia presenciado agressões físicas entre eles.

Eles detalharam que o casal tinha vivencia reservada e que não teve qualquer contato com a polícia ou coisa parecida com as discussões conjugais. No entanto, a família sabia que eles estavam cogitando separação.

A irmã de Gisele detalhou que que por volta das 18h falou com a vítima, sendo informada que os dois teriam tido uma briga. No entanto, não foram repassados mais detalhes a respeito.

Já por volta das 20h, vizinhos ligaram dizendo que o imóvel do casal estava em chamas. Ao chegar, recebeu a notícia de que os dois teriam falecido.

A área foi isolada pelas equipes da Polícia Militar, para que as equipes da Polícia Civil, por intermédio da DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) e da Perícia Técnica realizassem os levantamentos necessários na cena do crime.

Leia mais em: https://www.topmidianews.com.br/policia/vizinhos-dizem-que-casal-era-unido-e-o-crime-pegou-todos-de-surpresa/229136/

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