A técnica de enfermagem Suamy Azambuja Tosta, de 37 anos, está lutando pela vida desde o dia 4 de setembro, quando sofreu o rompimento de um aneurisma cerebral. Natural de Campo Grande (MS), ela estava morando em Brasília há cerca de 6 anos, desde que passou em um concurso na cidade.
No dia do rompimento do aneurisma ela foi rapidamente socorrida pelo marido e levada ao pronto-socorro. Valéria Oliveira, prima da vítima, detalhou ao TopMídiaNews que inicialmente os médicos diagnosticaram como um AVC e iniciaram o tratamento com essa hipótese. No dia seguinte, sexta-feira (5), após sua transferência para outro hospital e a realização de exames mais detalhados, veio o diagnóstico correto: aneurisma. A situação era extremamente grave.
Os médicos optaram por uma cirurgia de emergência que incluía dois procedimentos, mas durante a drenagem, constataram um inchaço cerebral severo. Diante disso, decidiram não prosseguir com a operação. Naquele mesmo dia, a equipe médica informou à família que o estado de Suamy era praticamente irreversível, com apenas 1% de chance de vida.
Apesar do cenário desolador, Suamy surpreendeu a todos. Durante a madrugada de sábado, ela apresentou uma reação inesperada nas pupilas, que foi considerado pela família um pequeno sinal que reacendeu a esperança. Os médicos decidiram operá-la às pressas. Novamente, após a cirurgia, os prognósticos eram sombrios, já que segundo os especialistas, não havia chances de reversão e a família deveria se preparar para o pior.
No entanto, ada dia, ela dá sinais de reação. A prima de Suamy então detalhou que amigos e pessoas de várias partes do país estão em oração, independente de religião. “Ela está sendo um milagre de Deus. Nós acreditamos com toda a fé que ela vai sair dessa”, afirmou Valéria.
Devido a situação da campo-grandense, seus pais dona Nicéia e seu Antônio, se deslocaram de Campo Grande até Brasília para acompanhar de perto o tratamento da filha. Eles devem permanecer lá durante todo o período de internação, que, segundo os médicos, pode durar até seis meses.
Por conta disso, a situação financeira da família é delicada. Seu Antônio é aposentado e dona Nicéia, que sempre foi dona de casa e fazia trabalhos artesanais como crochê e pintura em panos de prato, ainda não conseguiu se aposentar. Até então, Suamy era o principal apoio financeiro dos dois.
Agora, a família precisa de ajuda para manter a estadia em Brasília, com alimentação, transporte, remédios e demais custos do dia a dia. “Suamy está vencendo um dia de cada vez. Cada pequeno avanço é uma vitória. Cremos que Deus está cuidando dela, e que esse milagre será completo”, finaliza Valéria.
Quer ajudar? Basta encaminhar qualquer valor para o pix da dona Nicéia sendo o telefone de celular (67) 99842-1646. Além disso, a família pede para que quem puder, que faça orações pedindo a melhora da jovem.
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