spot_img
sexta-feira - 02/10/2026

Foragido condenado a 40 anos de prisão é preso com pistola e munições na fronteira

Mais Lidas

Redação –

Condenado a 40 anos, 3 meses e 22 dias de prisão e foragido da Justiça brasileira desde 2023, o brasileiro Aldair Ovelar, de 35 anos, conhecido como “Careca”, foi preso nesta quarta-feira (30), em Capitán Bado, no Paraguai, cidade que faz fronteira com Coronel Sapucaia.

Ovelar possuía uma ordem de recaptura vigente no Brasil, decorrente de uma condenação definitiva pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e delitos relacionados a armas de fogo, entre outros. A pena deverá ser cumprida em regime fechado.

Segundo informações divulgadas pela imprensa paraguaia, durante o cumprimento de um mandado de busca foram apreendidos uma caminhonete Fiat Toro, uma pistola Glock 17 calibre 9 mm, três carregadores, 45 munições, um telefone celular e dinheiro em espécie.

A prisão foi realizada pela Senad (Secretaria Nacional Antidrogas), em conjunto com a Promotoria Especializada no Combate ao Narcotráfico de Amambay.

Após os procedimentos legais no Paraguai, Ovelar deverá ser entregue às autoridades brasileiras, conforme os mecanismos de cooperação internacional entre os dois países.

Histórico no tráfico

Ovelar já havia sido preso em 2016, em Goiás, durante uma operação que resultou na apreensão de aproximadamente 11 toneladas de maconha provenientes do Paraguai. Na ocasião, ele foi detido por tráfico internacional de drogas.

Desde então, o nome de “Careca” passou a aparecer relacionado, segundo as autoridades, a atividades de tráfico internacional de entorpecentes e a organizações criminosas envolvidas no transporte e distribuição de drogas.

Em 2025, Ovelar voltou a aparecer entre os alvos procurados pelas autoridades em Capitán Bado, durante uma operação que terminou com a prisão de outro brasileiro apontado como integrante do Comando Vermelho.

A prisão desta quarta-feira encerra, por enquanto, o período em que Ovelar permaneceu foragido da Justiça brasileira.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Últimas Notícias