Um investigador da Polícia Civil foi morto pela própria filha na noite desta quarta-feira (30), após ameaçar a esposa com uma arma durante uma discussão.
O crime aconteceu em Osasco, na Grande São Paulo, onde, segundo informações preliminares, o policial civil José Paulo Alves Lustosa, agente do 2º Distrito Policial de Cotia, do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), estava na residência da família, quando sacou uma arma e passou a ameaçar a esposa.
Ainda de acordo com os relatos iniciais, a filha do casal, de 23 anos, conseguiu tomar a arma do pai e efetuou disparos contra ele. O crime aconteceu na rua Francisco Tomazini, no bairro Novo Osasco.
José Paulo foi socorrido ao Pronto-Socorro Santo Antônio, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
A ocorrência foi registrada no 5º Distrito Policial de Osasco e, posteriormente, encaminhada à área do 2º Distrito Policial do município.
Conforme as informações preliminares, o policial civil e a esposa já enfrentavam problemas no relacionamento, havendo inclusive um boletim de ocorrência registrado anteriormente contra ele.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que a jovem de 23 anos ouvida e liberada, mas está sob investigação da Polícia Civil.
“O caso foi registrado como homicídio e ameaça no 2º Distrito Policial de Osasco. A jovem foi ouvida e liberada. As investigações seguem por meio de inquérito pela Polícia Civil”, afirmou a SSP.
Nota da SSP sobre o crime:
“A Polícia Civil investiga a morte de um agente policial atingido por um disparo de arma de fogo nesta quinta-feira (30), no bairro Novo Osasco, em Osasco. Segundo o boletim de ocorrência, o agente teria ameaçado a esposa e a filha com uma arma durante uma discussão em casa. A filha, de 23 anos, teria conseguido desarmá-lo e efetuado um disparo contra o pai, em defesa da mãe. O policial foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O caso foi registrado como homicídio e ameaça no 2º Distrito Policial de Osasco. A jovem foi ouvida e liberada. As investigações seguem por meio de inquérito pela Polícia Civil”.

