Terapeuta morre após procedimento de coleta de óvulos em clínica de reprodução humana
A terapeuta Gabriela Martins Santos Moura, de 31 anos, morreu dias depois de realizar um procedimento de coleta de óvulos em uma clínica de reprodução humana assistida localizada no bairro Indianópolis, na zona sul de São Paulo.
O caso aconteceu cerca de dois meses antes da morte da juíza Mariana Francisco Ferreira, que também passou por retirada de óvulos em Mogi das Cruzes.
O viúvo de Gabriela, o médico-cirurgião Samuel Ricardo Batista Moura, afirma suspeitar de possíveis falhas no atendimento prestado à esposa, especialmente durante a condução anestésica realizada pelo médico Néstor Daniel Turner, de 70 anos.
Segundo a família, Gabriela entrou saudável na clínica para um procedimento considerado de baixa complexidade, mas deixou o local em estado crítico. O marido acredita que a morte poderia ter sido evitada e cobra esclarecimentos sobre o atendimento realizado.
Representados pelo advogado Yuri Felix, os familiares também questionam a demora na conclusão do laudo do Instituto Médico-Legal (IML), que deverá apontar oficialmente a causa da morte.
O caso gerou forte comoção por envolver uma mulher que buscava justamente realizar o sonho da maternidade por meio de um tratamento de fertilidade.
Texto e foto: Metrópoles
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