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terça-feira - 03/03/2026

Jovens são assassinadas brutalmente durante transmissão ao vivo no Instagram

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Jovens são assassinadas brutalmente durante transmissão ao vivo no Instagram

Vítimas foram torturadas e mortas durante transmissão ao vivo no Instagram; polícia investiga ligação com o tráfico.

Três jovens argentinas foram brutalmente assassinadas em La Tablada, na área metropolitana de Buenos Aires, no último fim de semana. As vítimas foram torturadas durante uma transmissão ao vivo no Instagram, acompanhada por 45 pessoas ligadas a uma organização criminosa.

A polícia investiga um possível acerto de contas relacionado ao tráfico de drogas. Durante a transmissão, o líder da facção teria dito: “Isso é o que acontece com quem rouba minhas drogas”, segundo informações divulgadas pelo jornal argentino Clarín. Os corpos foram encontrados esquartejados dentro de sacos de lixo em um imóvel associado ao grupo criminoso.

As vítimas foram identificadas como Brenda Castillo e Morena Verdi, ambas de 20 anos, e Lara Gutiérrez, de 15 anos. O crime envolveu extrema violência: Lara teve a orelha e cinco dedos da mão amputados antes de ser morta com um corte no pescoço. Brenda sofreu múltiplos golpes no rosto e no pescoço até ter a cabeça esmagada, enquanto Morena foi atingida no abdômen mesmo após já estar sem vida, conforme relatou o Clarín.

O ministro da Segurança da Província de Buenos Aires, Javier Alonso, declarou ao canal argentino TN que as jovens acreditavam estar indo a um evento. “Foram por vontade própria com alguém que havia conquistado sua confiança”, disse.

Doze pessoas foram presas, incluindo quatro suspeitos detidos enquanto limpavam a cena do crime. A polícia identificou o líder da quadrilha como um peruano de 23 anos, conhecido como “Little J” ou “Julito”.

O caso gerou grande revolta na comunidade. Paula Castillo, mãe de uma das vítimas, declarou ao Clarín: “Tiraram minha filha de mim. Ela era uma boa menina. Nenhuma dessas três meninas merecia acabar como acabaram”.

Vizinha das vítimas, Brisa também criticou a atuação da polícia, em entrevista ao Clarín: “Queremos ser a voz das meninas. Porque eles não as procuraram, concentraram-se no fato de que eram trabalhadoras sexuais, no que estavam fazendo, em vez de tentar salvá-las”.

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